Governo Lula dá as costas para os evangélicos

Governo federal negligenciou a agenda das pessoas cristãs e poucos avanços foram feitos, contrariando o que dizia na campanha; evangélicos que votaram no presidente se sentem enganados

Durante a campanha eleitoral de 2022, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma carta buscando apoio do eleitorado evangélico, prometendo atenção a pautas conservadoras. No entanto, o jornal O Globo destaca que, ao longo de 2023, poucos avanços foram observados nesse sentido.

As principais pautas de interesse, como o Estatuto do Nascituro, Estatuto da Família, Lei Geral das Religiões, regulamentação do homeschooling e questões tributárias relacionadas às igrejas, não receberam apoio significativo do governo. Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para isenção tributária não progrediu.

Expectativas X Realidade

Houve tentativas de aproximação do Planalto com a bancada evangélica, mas sem resultados concretos. A criação de uma subsecretaria para dialogar com os evangélicos, mencionada durante as negociações pós-campanha, não se concretizou. Conselhos cristãos sugeridos na carta de Lula também não foram efetivados.

Diante desse cenário, a bancada evangélica no Congresso Nacional promete priorizar essas pautas conservadoras em 2024. A relação entre o governo e os evangélicos, um eleitorado significativo, permanece uma questão complexa, com expectativas ainda não atendidas.

P governo Lula, apesar das promessas durante a campanha eleitoral, não avançou nas pautas de interesse do segmento evangélico. Isso pode refletir em dinâmicas políticas futuras, especialmente considerando a influência desse grupo no Congresso Nacional, que já percebeu que recebeu uma rasteira de Lula.

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