quinta-feira, março 5, 2026
HomePolíticaEleições 2026Pedro Cunha Lima nega diálogo entre Cícero Lucena e Gilberto Kassab

Pedro Cunha Lima nega diálogo entre Cícero Lucena e Gilberto Kassab

Date:

Presidente do PSD na Paraíba refuta especulações de encontro e reforça liderança do partido no estado

Da Redação

O ex-deputado federal e presidente estadual do PSD na Paraíba, Pedro Cunha Lima, negou, nesta sexta-feira (1º), qualquer diálogo entre o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, sobre articulações políticas para as eleições de 2026.

Em entrevista ao ClickPB, Pedro classificou as especulações sobre um possível encontro como “sem fundamento” e destacou a confiança de Kassab em sua liderança no estado. “O próprio Kassab já soltou uma nota manifestando qual é a posição do PSD na Paraíba. Sou muito grato pela confiança que ele tem tido conosco,” afirmou Pedro, reforçando sua autonomia na condução do partido.

As especulações surgiram após Cícero se reunir com o presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, no dia 28, o que levantou rumores de um possível contato com Kassab em São Paulo, onde o prefeito cumprirá agenda nos próximos dias. O blog de Maurílio Júnior sugeriu que Kassab estaria articulando um encontro entre Cícero e Pedro para discutir 2026, mas Pedro negou a informação, enfatizando que o PSD, sob seu comando, mantém o foco na oposição ao governador João Azevêdo (PSB).

Kassab, em entrevista à CBN Paraíba em 29 de julho, reforçou que Pedro é quem toma as decisões do partido no estado, descartando interferências externas. “Na Paraíba, o comando é de Pedro. Não sou eu que aponto caminhos,” disse.

Cícero, pré-candidato ao governo pelo Progressistas (PP), enfrenta tensões na base aliada de Azevêdo, especialmente após críticas do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP), que defende a candidatura do vice-governador Lucas Ribeiro (PP).

Pedro, também pré-candidato ao governo, reafirmou sua posição de unir a oposição, incluindo lideranças como Efraim Filho (União Brasil) e Romero Rodrigues (Podemos), sem abrir espaço para alianças com a base governista.