João discute projetos de segurança hídrica com missão do Banco Mundial

Entre as principiais obras estão a adutora do Cariri, a reestruturação do sistema de esgotamento sanitário de João Pessoa, o projeto de redução de perdas pela Cagepa e a implantação de 72 estações meteorológicas pela Aesa

O governador João Azevêdo recebeu, nesta sexta-feira (26), em João Pessoa, representantes do Banco Mundial, para discutir o andamento do Projeto de Segurança Hídrica da Paraíba (PSHPB). Estão sendo investidos aproximadamente US$ 127 milhões pela instituição financeira, além de US$ 80,2 milhões de contrapartida da gestão estadual. 

Entre as principiais obras envolvendo os recursos estão a adutora do Cariri, a reestruturação do sistema de esgotamento sanitário de João Pessoa, o projeto de redução de perdas pela Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e a implantação de 72 estações meteorológicas pela Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). 

O chefe do Executivo estadual ressaltou na ocasião a importância do investimento para garantir segurança hídrica no estado. “Mais de 90% dos municípios estão na região do semiárido e, por isso, é extremamente importante avançar nessa área para que possamos resolver problemas históricos, garantindo melhores condições de vida e oportunidades de emprego e renda”, frisou.

O secretário de estado da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos, Deusdete Queiroga, destacou que 86% dos projetos previstos na parceria com o Banco Mundial estão contratados ou em fase de licitação. “Estamos em um ritmo satisfatório e toda equipe está empenhada para que as obras sejam executadas e concluídas, servindo ao povo paraibano, que é o nosso maior objetivo”, pontuou.

Também participaram da reunião David Michaud (gerente regional de Água da América Latina e Caribe do Banco Mundial) e Alfonso Alvestegui (gerente do Projeto no Banco Mundial), dentre outros técnicos da instituição financeira, além de auxiliares da gestão estadual, a exemplo de Virgiane Melo (secretária executiva da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos); Marcus Vinícius (presidente da Cagepa); e Porfírio Loureiro (presidente da Aesa).

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