sexta-feira, março 6, 2026
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Eleições 2026: Cícero Lucena rebate boatos e reafirma pré-candidatura ao Governo da Paraíba:

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Prefeito de João Pessoa nega rumores de recuo e destaca apoio popular em meio a articulações para 2026

Da Redação

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido), rebateu, nesta sexta-feira (12), boatos sobre um possível recuo em sua pré-candidatura ao Governo da Paraíba em 2026. “Quem falou que eu ia desistir está louco. Minha candidatura é um compromisso com o povo, e só o povo pode decidir o meu destino,” afirmou Cícero, reafirmando sua liderança nas pesquisas, com 33,83% das intenções de voto, segundo o DataRanking/Fonte83 de 12 de agosto.

Ele criticou as especulações como tentativas de desestabilização, destacando que sua saída do Progressistas (PP), em 5 de setembro, foi motivada pela busca por critérios justos na escolha do candidato da base aliada do governador João Azevêdo (PSB).

 

Cícero, que se reuniu com Azevêdo na Granja Santana para comunicar sua desfiliação, negou rompimento pessoal e enfatizou o respeito mútuo, mas reiterou que sua pré-candidatura reflete a vontade popular. “Pesquisas mostram que sou o nome preferido. Se o grupo não ouvir o eleitor, vamos rasgar os números,” disse, respondendo a rumores de que estaria negociando uma vaga como vice ou senador na chapa de Lucas Ribeiro (PP, 8,95%).

O prefeito confirmou que definirá seu novo partido após retornar da peregrinação no Caminho de Santiago de Compostela, em 15 de setembro, e descartou alianças precipitadas, mas admitiu diálogos com o MDB de Veneziano Vital do Rêgo e o PSD de Pedro Cunha Lima (15,09%).

O gesto dos vereadores da Câmara Municipal, que formaram a letra “C” em apoio a Cícero em 3 de setembro, foi destacado como “espontâneo e verdadeiro”, reforçando seu apelo local. Enquanto isso, a base governista enfrenta divisões, com Adriano Galdino (Republicanos, 7,09%) criticando Lucas por falta de experiência e condicionando sua candidatura a 20% nas pesquisas até dezembro.

Azevêdo, cotado para o Senado, indicou Lucas como preferido, com Deusdete Queiroga (PSB) como vice e Nabor Wanderley (Republicanos) ao Senado, mas o racha persiste.

A oposição, liderada por Efraim Filho (União Brasil, 16,06%) e Marcelo Queiroga (PL), observa o desgaste, com Bruno Cunha Lima (PSD) afirmando que Cícero seria “bem-vindo”, mas que Pedro e Efraim já formam uma chapa forte.