Dez servidores delegaram poderes para que ela acessasse valores que deveriam ser pessoais e intransferíveis
A revelação de que a chefe de gabinete de Hugo Motta tinha “poder ilimitado” para movimentar salários de funcionários e ex-funcionários é um grave sinal de como práticas ilegais ainda encontram espaço na política. Dez servidores delegaram poderes para que ela acessasse valores que deveriam ser pessoais e intransferíveis.
O fato de a assessora já responder na Justiça por rachadinha reforça a necessidade de maior controle sobre gabinetes parlamentares. Esses casos comprometem a credibilidade do mandato e prejudicam a confiança da população nas instituições.
Sem fiscalização efetiva e punição exemplar, a política continuará sendo alvo de escândalos que minam a democracia e aumentam a descrença do cidadão nos representantes eleitos.
Paulo Almeida – Sousa (PB)


