Governador diz que concorrência na base aliada reflete força da gestão e provoca: “Oposição espera racha para ter candidato”
Da Redação
O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), negou crise na base aliada e ironizou a oposição durante agenda administrativa em Catolé do Rocha, no Sertão paraibano, nesta quinta-feira (10). Em resposta a questionamentos sobre disputas internas para a formação da chapa majoritária de 2026, Azevêdo afirmou que o interesse de aliados em disputar o governo reflete o sucesso de sua gestão. “Ruim é a oposição que está esperando o rompimento aqui para poder ter candidato,” provocou, destacando a ausência de nomes competitivos no campo adversário.
A agenda incluiu a entrega de obras de mobilidade urbana, saúde e educação em Brejo dos Santos, Catolé do Rocha e Brejo do Cruz, com investimentos superiores a R$ 13,7 milhões. Em Catolé do Rocha, Azevêdo entregou um tomógrafo e a agência transfusional do Hospital Regional, além de inspecionar o Centro de Hemodiálise, com aportes de R$ 3 milhões. Ele também inaugurou a reforma da Escola Cidadã Integral João Suassuna, orçada em R$ 4,8 milhões, e travessias urbanas em Brejo dos Santos, com R$ 1,8 milhão.
Azevêdo minimizou tensões com aliados como Adriano Galdino (Republicanos), Cícero Lucena (PP) e Lucas Ribeiro (PP), que manifestaram interesse na disputa pelo governo. “Quem não quer ser governador de um estado na situação que estamos hoje?”, questionou, citando a gestão fiscal equilibrada e obras estruturantes como atrativos. O governador reforçou que as decisões sobre a chapa serão tomadas em 2026, com diálogo para manter a unidade da base, composta por PSB, PP, Republicanos e PSD.


